Este é o pequeno cálice exclusivo de quem tem doença celíaca e não pode comungar a hóstia. Tem 7 cm de altura — cabe na mão — e serve para que a pessoa celíaca comungue sob a espécie do vinho, num cálice que é só dela.
Depois da fração da hóstia, o cálice do celebrante recebe partículas do pão. Para quem é celíaco, isso basta para fazer mal. Por isso a orientação da CNBB é que a pessoa celíaca tenha o seu próprio cálice, levado à missa, colocado sobre o altar e consagrado na própria celebração — sem que nenhuma partícula de hóstia seja posta dentro dele.
Esta é a parte que ninguém conta: o cálice sozinho não resolve. Fale com o seu pároco — é ele quem organiza como o cálice entra na celebração, quem o consagra e como a comunhão é feita (o costume é o celíaco comungar primeiro). O cuidado é do procedimento, não do metal.
Por fora, banhado a cromo; por dentro, banhado a ouro — a face que recebe o vinho consagrado. Fabricação em metal e inox, com polimento espelhado.
Este é um objeto litúrgico, não um produto de saúde: ele não trata nem cura a doença celíaca, e nenhuma peça de metal garante sozinha a ausência de contaminação. O que protege é o rito bem feito — o cálice exclusivo, sem contato com o pão, purificado à parte. Estamos aqui para ajudar você e a sua paróquia a acertar isso.